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Empresa pernambucana de EAD diversifica serviços e cresce em Portugal


Nesta sexta-feira (17), quase 4 milhões de participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 terão acesso às notas que obtiveram na avaliação e uma empresa pernambucana acompanha de perto esse processo. A nota do Enem é requisito básico para ingresso de alunos brasileiros em universidades portugueses e isso pode aumentar as expectativas de negócios do grupo Teleport.

A Teleport tem experiência certificada em Educação à Distância (EAD), há 12 anos. Mas recentemente tem aberto outras frentes de negócios em Portugal, como a recente parceria firmada com a Associação Inspirar o Futuro, uma entidade portuguesa sem fins lucrativos. O objetivo é dar consultoria a estudantes que queiram ingressar em universidades naquele país europeu. Portugal ocupa a terceira posição na lista dos países mais procurados pelos brasileiros para estudar no Ensino Superior. No topo da lista estão os Estados Unidos e o Canadá. Muitos candidados às vagas esparam a pontuação para fechar seus contratos com aTeleport.

A razão da crescente procura por parte dos estudantes brasileiros deve-se a vários fatores, entre os quais, e o principal, justamente o fato de muitas instituições de Portugal aceitarem a nota do Enem para ingresso. Além disso, a similaridade do idioma. “Esta compatibilidade no idioma faz com que o processo de candidatura ao ensino superior português seja muito mais simplificado, quando em comparação com outros países”, explica a CEO do Teleport, Rosana Bezerra.

A Licenciatura em Portugal equivale ao que é conhecido no Brasil como cursos de Graduação. Estes cursos seguem a normalização europeia do Tratado de Bolonha, variando entre três e quatro anos, sendo que cada ano é dividido em dois semestres e, agregando mais 2 anos, o aluno tem o mestrado integrado. O acesso às Licenciaturas para estudantes internacionais – que não têm uma cidadania europeia - é feito através de concursos institucionais específicos, sendo utilizada, de modo geral, a nota do Enem, realizado no máximo há três anos.

Os negócios da Teleport no país luso começaram há dois anos, quando a empresa passou a dar consultoria no Porto e em Lisboa para implantação de universidades corporativas. “Disponibilizado nossa plataforma, já implantamos três universidades no Porto e em Lisboa. É um mercado interessante, porque há uma legislação no país que obrigada a empresa a dar capacitação anual aos funcionários”, explica Rosana.

Expansão

A Teleport foi a primeira instituição a operar em Pernambuco via satélite. “Com a chegada da internet nos municípios, eliminamos o canal de TV e fomos para a plataforma digital”, diz Rosana. Em 2020, a Teleport chegará com a EAD ao Ceará, Paraíba, Alagoas e São Paulo.

Não se trata de uma estreia no Sudeste. A empresa já tem atuação em São Paulo, dando cursos profissionalizantes nos presídios, com um projeto de responsabilidade social. “Decidimos que para cada curso vendido, daríamos outro grátis. Tentamos doar as aulas a vários estados, mas era muita burocracia e São Paulo foi o único que se interessou. Seus representantes vieram nos conhecer e hoje estamos em 23 presídios paulistas”, explica a CEO.

Como os cursos para presídios não podem ser dados pela internet, a Teleport grava os conteúdos para aulas offline, que são orientadas por tutores. Mais recentemente, os conteúdos da Teleport também passaram a ser distribuídos com presídios pernambucanos. “Já entregamos mais de três mil certificados a reeducandos em São Paulo e outros mil em Pernambuco”, contabiliza a CEO.


Fonte: CBN Recife